Por muito Tempo achei que é falta.
E Lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento reclamações alegres,
porque a ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim...
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